“Solidão, que nada!” em cartaz no Teatro Cândido Mendes

 Imagens: Divulgação.

O espetáculo Solidão, que nada!, protagonizado pelas atrizes Luciana Coutinho e Roberta Novaes, encontra-se em cartaz no Teatro Cândido Mendes, em Ipanema, até 9 de setembro.

Com texto de Hugo Leandro e produção da própria Luciana, a peça faz uso da história de Clarice, uma mulher que vive em um mundo solitário coberta de frustrações, para falar da solidão em tempos de redes sociais e relações mecanizadas pelo uso excessivo de aparelhos digitais.

E falar de solidão, dentro desse novo contexto social, é quase imprescindível se quisermos entender as novas conjunturas sociais em construção neste século digital, no qual o contato físico que gera intimidade e fortalece as relações vem sendo fortemente impactado.

Solidão, que nada! conta a história de Clarice, uma mulher solitária, que, no dia do seu aniversário de 40 anos, recebe a visita inesperada de Magali (Roberta Novaes), que não por acaso, surge para ajudá-la a se encontrar e se libertar. Um encontro marcado por muitos risos, confusões, emoções e descobertas.

Sobre Luciana Coutinho

A montagem marca a volta aos palcos da atriz Luciana Coutinho, que, reconhecida por seu talento para comédia, apresenta sua verve dramática e seus talentos musicais.

A atriz iniciou sua carreira na década de 80, participando de diversos cursos de atuação no Tablado e na Casa de Artes Laranjeira (CAL), e de lá para cá não parou mais. Constam em seu currículo 23 comerciais, desfiles, 13 peças teatrais, vários espetáculos de dança, 4 novelas, além de uma minissérie e programas humorísticos.

Destaque para Os três mosqueteiros (1988), e A Revolução Francesa (1989), com Carlos Wislon; Testemunhas da Criação, com Domingos Oliveira; Corra que Papai vem ai (1993 a 2000), com Ary Fontoura. A atriz atuou também, nos anos de 2000 e 2001, na comédia Um Pijama para Seis e em A Filha da…” , em 2002, dirigida por Marília Pera. Em 2006 e 2007, foi a vez de a comédia Marido de Mulher Feia tem Raiva de Feriado, Ary Fontoura no papel da divertida Paraguaçu Irajá. Em 2008 e 2009, com direção de Cininha de Paula, viveu a Catarina no O Nosso amor a gente inventa.

Na TV Luciana estreou na Rede Globo, fazendo parte do elenco de Viva o Gordo (1996), Os Trapalhões (1992 e 1993), além de participações em novelas, minisséries e programas humorísticos, como a novela Quatro por Quatro (1994), minissérie Decadência (1995) e a novela O Fim do Mundo (1996). Tornou-se conhecida do grande público em 1999 ao figurar no humorístico “Zorra Total“, nos papeis de Candinha (1999 a 2007), mulher do Nerso da Capitinga; a sensual personagem Dª Sinara, a mulher enrolada (2004 e 2005) e a Julieta (2006) do quadro Esquentando a relação.

No período de 2015 a 2018, dirigiu e produziu vários espetáculos da CIA Sonho Cultural no Teatro de Bolso Sonho Cultural, como “Marinheiro Só Ares“, de Ricca Barros, “Apenas mais uma de Sertão“, “Muita sogra pra pouco genro“, “Um caso funebre“, entre outros. Em janeiro de 2016, fez a Oficina de Corpo com Duda Maia.

O ano de 2018, após curtir a maternidade, marca a volta da atriz aos palcos.

Temporada: 3 de agosto a 9 de setembro.

Dias e horário: Sexta e sábado ‒ 20h / Domingo ‒ 19h.

Entrada: R$ 50 (inteira) / R$ 25 (meia).

Duração: 60 minutos.

Classificação: 12 anos.

Teatro Candido Mendes
Rua Joana Angélica, 63
Ipanema ‒ Rio de Janeiro /RJ
Tel.: 21  2525-1000