Vitamina D, muito mais que uma vitamina

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Culturalmente, sabemos que nos alimentarmos de frutas frescas e verduras faz bem à saúde. Beber uma garrafa de uísque por dia faz mal. E se expor ao sol sem protetor solar faz mal. Será?

Há alguns anos, o sol vem se apresentando como um vilão para saúde, causador do envelhecimento precoce e de cânceres de pele, dentre outras doenças. Porém, estudos recentes vêm comprovando que o sol não é tão vilão quanto pensamos, e sim, muito valioso e necessário para fortalecer a saúde e aumentar o nosso bem-estar.

Tudo isso por conta da vitamina D, que, diferentemente das outras vitaminas, é na verdade um hormônio que pode ser produzido pelo organismo a partir da exposição ao sol, sendo, por isso, também conhecida como “vitamina do sol”. Esta vitamina desempenha um papel central no metabolismo e também nas funções musculares, imunológicas, neurológicas e na regulação de inflamações. Em outras palavras, não está apenas relacionada com a absorção do cálcio e fortalecimento dos ossos.

De acordo com pesquisas elaboradas pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), os vitamina_dbrasileiros vêm apresentando cada vez mais deficiência de vitamina D. E alguns estudos apontam que a deficiência desta vitamina no organismo está relacionada ao desenvolvimento de diversas doenças, entre elas a obesidade, depressão, doenças renais, diabetes mellitus tipo 2 e as doenças cardíacas.

Como são poucos os alimentos fontes de vitamina D, o sol é indispensável para mantermos as taxas adequadas em nosso corpo. Então, aí vão algumas dicas para melhorar os índices de vitamina D no corpo:

► Tome sol três vezes por semana, durante dez minutos, e de preferência antes das dez da manhã, sem filtro solar (após esse tempo o protetor deve ser aplicado).

► Adicione à sua alimentação mais frutos do mar, principalmente salmão, sardinha e atum. Da mesma forma, inclua o shiitake, os ovos e o levedo de cerveja.

Karine Almirão Ferreira — CRN 4-15100909
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