Refrigerantes. Porque não consumir?

Quando ele surgiu, no fim do século XIX, era vendido nas farmácias como xarope de carbonatado ou simplesmente soda. Transformou-se na febre de todos os tempos, com vários sabores, com direito a disputa de marcas, latinhas personalizadas, coloridas, um supermarketing para atrair o consumidor. E se tornou a segunda bebida mais consumida do mundo, perdendo apenas para água.

Atualmente, sabemos que os refrigerantes comuns não fazem nada bem à saúde. Além de não acrescentar nenhum nutriente favorável para a nossa saúde, uma lata do refrigerante comum possui, em média, 10 colheres de chá de açúcar, cafeína, sódio e muitos aditivos químicos! É uma bebida superácida, prejudicial aos rins, e que está relacionada com a formação de cálculos renais, maior incidência de doenças cardíacas, osteoporose, obesidade e cáries dentais.

E os refrigerantes zero, sem açúcar? Parecem ser uma boa opção, não é? Puro engano!

Os refrigerantes sem açúcar (diet, zero) são considerados piores quando comparados ao refrigerante comum, ocupando o 1º lugar no ranking dos piores alimentos.

Apesar de não conter açúcar e nem calorias, o refrigerante sem açúcar possui todos os efeitos prejudiciais comuns ao refrigerante normal. O refrigerante diet contém adoçantes artificiais em grande quantidade, e, atualmente, existem estudos correlacionando o uso excessivo de adoçantes artificiais em longo prazo a quadros de ansiedade e compulsão alimentar, insônia e até alguns tipos de câncer. E quanto aos aditivos químicos, ambos apresentam uma grande quantidade em sua composição.

Mesmo para as pessoas que querem emagrecer, a solução é não consumir nenhum tipo de refrigerante, pois, inclusive esses que não contêm açúcar na composição — e, portanto, têm um valor calórico bem menor — apresentam, de qualquer forma, sódio, corantes, acidulantes, conservantes e xarope, todos que, em excesso, fazem mal à saúde.

Em outras palavras, ao optar por uma bebida, é sempre mais sensato escolher bebidas naturais, como suco de frutas, ao invés de escolher bebidas artificiais, com aditivos, cujos danos à saúde em longo prazo não conhecemos ao certo.

Vamos começar a consumir alimentos realmente nutritivos?

Karine Almirão Ferreira — CRN 4-15100909
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