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Mostra Cinemão “É tudo caô”

Projeto Cinemão apresenta documentários em vários pontos da cidade com entrada gratuita

Nos meses de maio e junho, irá ocorrer a 1ª Mostra Cinemão É tudo caô, com entrada franca. Com documentários produzidos em todo o estado do Rio de Janeiro, tem o objetivo de realizar homenagens aos realizadores e coletivos audiovisuais independentes.

No dia 25, estreia da mostra, a exibição  acontece na Escola Teófilo Moreira (Rua Esperança, 387), em Vargem Grande, às 19 horas, onde serão apresentados dois curtas e um longa seguido de debate. Logo após, no dia 28, a mostra segue para Santa Cruz, na Praça dos Jesuítas, e termina em 7 de junho, em Jacarepaguá.

Além da presença de produtores e realizadores audiovisuais, serão convidados membros de órgãos e instituições públicas voltadas para o audiovisual que possam enriquecer o intercâmbio e as experiências com realizadores e com o público presente.

Com o intuito de difundir ainda mais as realizações propostas e atuar no processo de formação de plateias para o cinema nacional, a  Mostra Cinemão É tudo caô terá entrada franca para todas as suas atividades.

“A Mostra Cinemão É tudo caô é uma ótima oportunidade para os produtores independentes. A exibição de filmes em espaço público é uma experiência marcante tanto para o público quanto para os realizadores.  Documentário é cinema. E Cinema É tudo caô, afirma o idealizador da mostra, Cid César Augusto.

Sobre o projeto

O Cinemão é um projeto consolidado que é realizado desde 2010 com sucesso. Trata-se de um carro equipado com projetor de alta luminosidade, um supertelão inflável, sistema de som, cadeiras e até pipoca.   O projeto protagoniza um modelo de ocupação de espaço público com o cinema brasileiro, tendo já realizado mais de 60 ações ao longo dos anos.

Programação Vargem Grande

Cabelo Bom (Swahili Vidal ― Claudia Alves)  ― Documentário de curta-metragem dedicado ao empoderamento feminino por meio do cabelo.

Lápis de Cor da Pele ― O curta revela a influência da representatividade na formação do imaginário e da identidade das crianças negras.

Deixa na Régua ― Os salões de barbeiro das favelas e dos subúrbios são os lugares onde a nova estética da periferia nasce e se expande. Ponto de encontro dos jovens, os “barbeiros” se tornaram espaços de troca dessa juventude. O longa entra nesse universo e, entre cortes, giletes e tesouradas, mostra o que se passa na cabeça dos barbeiros e de seus clientes.