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Exposição “Alegoria às Artes — Leon Pallière” no Museu Nacional de Belas Artes

Destaque para a tela “Alegoria às Artes”,
de volta após três anos de restauração completa

pallierre-tela-restaurada-divulgacaoImagem: “Alegoria às Artes”, de Leon Pallière (1855)

Encontra-se aberta para visitação no Museu Nacional de Belas Artes a exposição Alegoria às Artes – Leon Pallière, que inclui documentos, esculturas e retratos.

 Este evento, segundo um dos curadores, o museólogo Pedro Xexéo, “permite novas possibilidades de leituras não apenas de uma instituição e de um acervo que demonstram a inesgotável presença da arte brasileira oitocentista na atualidade, como também da chegada e da importância da Missão Artística Francesa no Brasil”.  A Missão Artística Francesa, lembramos, chegou ao Brasil em 1816.

Destaque para a tela Alegoria às Artes, que volta à apreciação pública depois de décadas e de uma restauração completa de três anos. Encomendada pelo então diretor da Academia Imperial de Belas Artes (AIBA), Manuel de Araújo Porto-Alegre, a pintura, de 297 x 410cm ,foi produzida em 1855 para decorar o teto da blblioteca da Academia,  construída em 1826 e inexplicavelmente demolida entre 1937 e 1938.

 A AIBA foi a primeira instituição de ensino oficial da arte no Brasil e seu pórtico se encontra no Jardim Botânico do Rio de Janeiro desde os anos 1940.

Curadoria:  Pedro Xexéo,  Larissa Long,  Adriana Clen,  Denise de Oliveira  e Wallace Guiglemeti

 Sobre Leon Pallière

Nascido Jean-Leon Pallière Grandjean Ferreira (Rio de Janeiro, 1823/Paris 1887), estudou no ateliê de François-Edouard Picot, na capital francesa. Aos 25 anos retornou ao Brasil, tendo ingressado na Academia Imperial de Belas Artes.  O artista conquistou um Prêmio de Viagem ao Exterior e pôde assim aperfeiçoar sua arte na Itália.

 Neto do conhecido arquiteto Grandjean de Montigny,  Leon Pallière realizou diversas viagens pela América do Sul,  incluindo uma passagem por Buenos Aires (Argentina),  onde ficou até 1866. Seu percurso artístico conheceu muitas transformações ao longo da carreira, com registro de paisagens, aspectos culturais e sociais das tradições populares nas técnicas de aquarela e gravura.

 Período: até 11 de dezembro

 Dias e horário:  terça a sexta — 10h às 17h /  sábado, domingo e feriado — 13h às 17h

Entrada: 

  •  R$ 8 (inteira)
  • R$ 4 (meia)
  • R$ 8 (Ingresso-família: até 4 membros de uma mesma família)
  • Grátis aos domingos

Museu Nacional de Belas Artes
Avenida Rio Branco, 199 — Cinelândia — Rio de Janeiro
Tel.: 21  3299-0600